Módulo Alfabetização

Objetiva-se neste trabalho propor um módulo de disciplinas na modalidade Educação a Distância.
O tema escolhido foi alfabetização devido a demanda pessoal. Apresento inicialmente, uma fundamentação teórica sobre a definição do tema e escolha da interface. Como resultado é apresentado o módulo e seu endereço virtual.

Fundamentação Pedagógica
A entrada das crianças de 6 anos no Ensino Fundamental impõe novos desafios, sobretudo pedagógicos, para a área educacional.
As crianças de 6 anos entram em contato com uma cultura da qual devem se apropriar – a cultura escolar. É no âmbito das práticas pedagógicas que a instituição educativa pode tornar-se ela mesma expressão ou não do direito à educação.
A construção de uma prática educativa que coloque a criança como eixo do processo e que leve em consideração as diferentes dimensões de sua formação. No módulo é discutido a dimensão do desenvolvimento da linguagem escrita pelas crianças de 6 anos porque ela cumpre um papel fundamental na garantia do direito à educação. O ensino escolar precisa colocar a criança frente a novos conhecimentos e desafios intelectuais para promover seu
desenvolvimento.
A alfabetização deve se basear naquilo que para as crianças a aprendizagem da língua escrita pode lhes apresentar como novidade em relação ao conhecimento por elas construídos no uso que até então faziam da linguagem oral em seu cotidiano. Na comunicação oral é fácil reconhecer e produzir as condições da interação verbal
(quem fala e para quem, de que, onde e quando) porque os interlocutores estão presentes, na comunicação escrita as pessoas são obrigadas a criar a situação de interlocução. Através do processo de alfabetização a criança deverá compreender que os sinais gráficos da escrita são usados para representar a linguagem verbal, que por sua vez se realiza por meio de unidades da fala compostas pela união do significado e de um conjunto de sons articulados. As aptidões relacionadas ao processamento da leitura e à elaboração do texto escrito. Estas são as dimensões da língua escrita que se apresentam como desafios para as crianças quando elas iniciam o aprendizado da leitura e da
escrita. A ação educativa voltada para o desenvolvimento da linguagem escrita deve se apoiar em uma orientação teórico-metodológica, em que se definam:
• os objetivos de ensino,
• a organização do trabalho pedagógico,
• o tipo de abordagem que se quer dar ao conhecimento.
E que também se considere a realidade sociocultural dos alunos e o contexto da escola. Para mobilizar os processos de aprendizagem das crianças de modo a ajudá-las no desenvolvimento das capacidades relacionadas à leitura e à escrita e na construção de representações sobre esse objeto de estudo, as situações de aprendizagem precisam ser sequenciadas, articuladas e contextualizadas. As crianças precisam participar de um conjunto de
atividades caracterizado por um ciclo de ações e procedimentos de ensino-aprendizagem.
O “Módulo Alfabetização” visa a formação docente:
– Princípio da autonomia docente como condição para a concretização da prática pedagógica pretendemos.
– Apresentar diretrizes para a construção do trabalho com a linguagem escrita em classes de 6 anos, e também articular essas diretrizes às teorias que as informam.
A escolha da Rede Social Facebook para a concretização do trabalho deve-se aos seguintes pressupostos.
Caracterizando-se Educação a Distância como modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos, possuindo características especiais posso destacar duas delas;
– o uso intensivo da tecnologia de informação, com problemas advindos das dificuldades de adaptação, dificuldades culturais etc.
– a segunda característica é a dificuldade de contato entre aluno e formador gerando desconfianças de ambos os lados.
Neste sentido, o primeiro obstáculo a ser superado é o cultural, pois a modalidade EaD supõe o domínio e a compreensão da dinâmica própria do ensinar e do aprender em ambientes virtuais, em que outras mediações estão presentes face à ausência de situações tradicionais da educação formal (sala de aula com carteiras, sincronicidade, quadro de giz etc.). Os formadores têm dificuldades na adaptação à tecnologia e na aceitação das novas demandas deste novo ambiente que exige uma participação muito maior e com um agravante: esta participação não é contínua e também não é simultânea, dificultando bastante a comunicação.
Isto exige mudanças nos métodos didáticos e pedagógicos e leva o professor a repensar os métodos de avaliação, dado que a tradicional avaliação presencial mostra sinais de desgaste neste novo ambiente.
Outro desafio é o acesso contínuo a várias fontes de informação, exigindo um esforço muito grande para a atualização do docente a fim de poder exercer a função de coordenador/orientador do processo ensino/aprendizagem.
Dentro deste contexto fiz uma análise superficial de algumas das plataformas apresentadas nas orientações gerais e, tendo em vista, o público alvo do módulo por mim elaborado optei por realiza-lo através da Rede Social Facebook, onde criei um Grupo para a implementação do mesmo de acordo com as orientações gerais disponibilizadas abaixo.

https://www.facebook.com/groups/mepl7cursoalfabetizacao/ .

Orientações Gerais

Curso de aprofundamento em alfabetização
Grupo de Estudos no Facebook

Modalidade à distância com todas as atividades online (síncronas e assíncronas)

Objetivo:
Auxiliar professores do Ensino Fundamental I no trabalho com classes de alfabetização.

Início: 22 de junho de 2014
Duração: 4 semanas

Avaliação:
Os estudantes serão avaliados por sua participação nos espaços de discussão.
Pela realização dos trabalhos propostos.
Por sua auto-avaliação.
Por uma hetero-avaliação.

Certificação:
Será emitida uma declaração de participação em nome do aluno e assinada por Rossana Ricardo Marinho ( Mestranda em Pedagogia do E-learning/ UAB – PT, Pedagoga/ CCHS – BR , Psicopedagoga/ UERJ – BR , Especialista em Educação Infantil – CCHS – BR)

Calendário:
1ª semana 22 à 28 de junho de 2014
2ª semana 29 de junho à 05 de julho de 2014
3ª semana 06 à 12 de julho de 2014
4ª semana 13 à 19 de julho de 2104

• Dia 22 de junho às 21 horas (horário de Brasília-BR) acontecerá um bate-papo de apresentação dos membros do grupo.

Desenvolvimento

Primeira Semana
Teorias e métodos de alfabetização

• Trabalho em grupo sobre as diferentes teorias de alfabetização
• Fórum de debate sobre o tema (comentários)
A turma deverá construir uma wiki com os diferentes produtos dos grupos

Segunda Semana
A criança frente à leitura e escrita

• Leitura das referências
• Fórum de debate sobre o tema (comentários)
Artigo individual com sua visão sobre o assunto, dsiponibilizado como arquivo para o grupo

Terceira Semana
Professor alfabetizador

• Pesquisa individual sobre o assunto
• Elaboração de uma enquete a ser distribuída a alguns professores.
• Fórum de debate sobre o tema (comentários)

Elaboração de um power point ou prezi, individual, com o resultado e análise da enquete e disponibilizado como arquivo para o grupo.

Quarta Semana
Avaliar na alfabetização

• Pesquisa bibliográfica sobre o assunto
• Fórum de debate sobre o tema (comentários) Apresentação de uma bibliografia anotada com dois itens, não mencionados nas referências, sobre o tema . Disponibilizado como arquivo para o grupo.

Critérios de Avaliação
Auto avaliação = 10%
Hetero avaliação = 10%
Wiki = 20%
Artigo = 20%
Power point ou prezi = 20%
Bibliografia anotada= 20%
Cada item será dividido em cinco categorias A, B, C, D, E ( do melhor aproveitamento para o pior) e a percentagem dos pontos distribuída igualitariamente entre os conceitos.

Recursos para os trabalhos:
• Ferreiro, E. Psicogenese da língua escrita. Porto Alegre. Artmed. 1999
• Jolibert, J. Formando crianças leitoras. Porto Alegre. Artmed 1994
• Kaufman, AM. Escola, leitura e produção de textos. Porto Alegre. Artmed. 1995
• Morin, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil. 2011
• Perrenoud P., 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre. Artmed. 2000
• Pereira, Juliana Aparecida Dumont1; Ferreira, Helena Maria2.CONSTRUTIVISMO: (DES)METODOTIZAÇÃO DO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO .http://www.educacao.salvador.ba.gov.br/site/documentos/espaco-virtual/espaco-escola/apoio/Construtivismo-desmetodizacao-do-processo-de-alfabetizacao.pdf
• ALFABETIZAÇÃO HOJE: TEORIAS, CONCEPÇÕES VIGENTES E PRÁTICAS DOCENTES DOS PROFESSORES ALFABETIZADORES. III ENCONTRO CIENTÍFICO E SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO UNISALESIANO .Educação e Pesquisa: a produção do conhecimento e a formação de pesquisadores http://www.unisalesiano.edu.br/simposio2011/publicado/artigo0147.pdf
• Alfabetizador na linha de frente http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/193/alfabetizador-na-linha-de-frente-288345-1.asp
• A oralidade que faz escrever http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/146/artigo234592-1.asp
IMPORTANTE
Regras para os post no grupo
As regras de boa convivência social são as mesmas em qualquer espaço. Respeito, cooperação, cortesia, amizade, incentivo ao próximo são muito bem vindos.

1 – Evitar utilizar abreviaturas ao escrever (ex.: vc =você, tb = também, etc.)
2 – Evitar o excesso de emoticons, desfoca o objetivo.
3 – Evitar escrever toda palavra em maiúscula (significa gritar) não é de bom tom.

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Meu Ambiente Pessoal de Aprendizagem

“Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz”
Gonzaguinha

Um aprendizado difícil, posso dizer que foi assim o meu PLE. Leituras … leituras…leituras e na prática não saía do “título”.
Tentei no mapa mental, abaixo, representar como construo meu conhecimento através da web. Da mesma forma como meu conhecimento está em construção este mapa também está.
PLE Rossana
Inicio por comentar minha utilização da plataforma Moodle onde realizo a parte mais formal de estudos, hoje no Mestrado de Pedagogia do e-learning. As aquisições de conhecimento e cultura se dão de diferentes formas, inclusive pelas redes sociais e a pouca contribuição que posso fazer na rede divulgo através do blog, scoop it, wikispaces. Muitas ferramentas listadas fazem parte do meu cotidiano em preparar os textos e materiais que posto nos mais diversos espaços.
Meu mapa é simples, centrado na minha pessoal, não como egocentrismo, mas como acredito que deva ser o aprendizado individual, exclusivo, único – mas partilhado e compartilhado com o mundo.

Personal Learning Environments

BIBLIOGRAFIA ANOTADA

 

AMBIENTE PESSOAL DE APRENDIZAGEM (PLE) COMO RECURSO DE APRENDIZAGEM PARA O PROFESSOR

Siony da Silva

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP –SP– Brasil

O artigo teve como objetivo refletir sobre o Ambiente Pessoal de Aprendizagem como recurso de aprendizagem para o professor.

Ideias principais

O avanço dos recursos tecnológicos, aliado às facilidades de acesso a informação e aos meios de comunicação, estão promovendo mudanças na forma de ensinar e aprender. Graças ás ferramentas disponibilizadas na web, a internet passou de um ambiente somente de leitura, para um ambiente em que o usuário participa ativamente tornando-se leitor e autor de conteúdos. Dessa forma, o usuário, busca informações, interage com amigos, profissionais, especialistas e cria um ambiente pessoal de aprendizagem. Passa a ser o condutor de seu processo de aprendizagem.

 Isto implica em elaborar a estrutura para acessar as informações, participar de grupos sociais com profissionais e especialistas; debater assuntos do interesse desse grupo; cooperar; aprender e ensinar, ou seja, criar uma rede pessoal de aprendizagem. As ferramentas da Web 2.0 são os recursos utilizados para o acesso a informação e o contato com as pessoas.  Os PLEs possibilitam o crescimento educacional, pessoal e profissional e podem ser desenvolvidos por qualquer pessoa que tenha interesse em aprender. Cada pessoa elabora o seu próprio PLE e define o caminho a ser percorrido.  Este aprendizado contínuo, potencializa o contato com novas tecnologias, novos conhecimentos e aumenta a socialização.  O emprego dos PLEs pelos professores proporciona atualização contínua na área deformação, potencializa o acompanhamento de novas tecnologias e abordagens metodológicas e estimula a participação em ambiente de colaboração e reflexão. Estes aprendizados passam a ser incorporados nas atividades didáticas, e dessa forma, os alunos também começam a incorporar as ferramentas tecnológicas e seus mecanismos de comunicação e interação em suas atividades pessoais.  Para que as pessoas possam elaborar seus PLEs, é necessário que possuam competências digitais. Isto inclui: conhecer e saber utilizar os recursos de comunicação e informação; saber pesquisar, avaliar a informação, refletir sobre o conteúdo dos dados levantados; gerar informações que serão disponibilizadas através de diversas mídias (texto, imagem, som); participar de rede social com profissionais e ou especialista e ter disposição de aprender ao longo da vida.       Através dos ambientes pessoais de aprendizagem, as pessoas se tornam mais independentes,           autônomas e com maior capacidade de responder ás rápidas mudanças que estão ocorrendo na vida atual.

In: http://www.revistageintec.net/portal/index.php/revista/article/view/27/88 –  acedido em 24.04.2014

               

AMBIENTES PESSOAIS DE APRENDIZAGEM – CONCEPÇÕES E PRÁTICAS

Pedro de Jesus Borges Rodrigues

Esta é uma dissertação de Mestrado em Educação da Universidade de Lisboa onde foi realizado um estudo exploratório, em torno da utilização destes ambientes de aprendizagem.

Ideias principais

 O conceito de ambiente pessoal de aprendizagem, comumente designado pela sigla “PLE”                    (Personal Learning Environment), depreende estratégias pedagógicas pouco exploradas no panorama educacional. Ao mesmo tempo em que promove competências como a autonomia e a organização individual dos aprendizes exigem novas competências nos programas do ensino. A complexidade decorrente da integração destas competências em contextos de aprendizagem formais é enfatizada nos resultados apurados que revelam que as mudanças consubstanciadas na adoção dos PLE carecem de novas atitudes por parte dos vários intervenientes do sistema de ensino.

 Ao longo de toda a investigação ficou patente um lado eclético do PLE, quer por ser organizado por concepções e prática divergente quer pela inexistência de uma definição consensual. Para alguns especialistas, o PLE é apenas uma abordagem baseado num interface Web e nem sequer pode ser considerado um software, é apenas um ambiente onde as pessoas, comunidades e recursos interagem de forma muito flexível. Por outro lado, outros especialistas consideram que o PLE pode ser representado com tecnologia, incluindo aplicações e serviços.  PLE é um conjunto de ferramentas interligadas pelo conceito de abertura, interoperabilidade e controlo do aprendiz. Um PLE proporciona ao aprendiz um espaço pessoal sob seu controlo que possibilita o desenvolvimento e partilha das suas opiniões. É a forma simples de partilhar e agregar as experiências de aprendizagem através da configuração e manipulação de artefatos digitais. Baseado em múltiplos contextos e na promoção da autonomia do aluno os PLE são o elo entre as instituições de ensino e o mundo exterior e são compostos por várias ferramentas usadas no nosso quotidiano para a aprendizagem. Muitas dessas ferramentas são baseadas no software social.

In: repositorio.ul.pt/bitstream/10451/7686/1/ulfpie042963_tm.pdf – acedido em 22.04.2014

As tecnologias da informação e comunicação, as diferentes linguagens e a formação do professor

Atualmente as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), vem tomando conta dos espaços formativos formais e informais, onde essas TIC passam a ocupar um espaço de destaque na vida dos sujeitos que constituem “as educações” e, hoje, os estudantes estão, de certa forma, preparados, inspirados e inseridos nesse contexto tecnológico, pelo fato de cotidianamente conviverem com as TIC como recurso diário de comunicação, lazer e, também, de trabalho.
E os professores nesse contexto? Como ficam? Como lidam com essas transformações?
O professor tem o papel de facilitador da aprendizagem dos alunos. Sua função não é ensinar, mas, sim, auxiliar o aluno a aprender, deixando de ser meramente o transmissor do conhecimento e passando a atuar como elemento incentivador de descobertas e auxiliar no processo de aprendizagem do aluno. As habilidades gerenciais receberam menor destaque na pesquisa. Estas competências abrangem a gestão dos alunos e a gestão do processo de aprendizagem.

Apresentação1

O Papel do Professor no Contexto on line

Bibliografia Anotada

GOMES,G.; SARAGOÇA, V.; DOMINGUES, M.J.C.S; Competências para a Docência On-Line: Percepção de Professores/Tutores de Pós-Graduação no Ensino a Distância- III Encontro de Administração de Informação – Porto Alegre – 2011 – disponível em http://www.sigmees.com acedido em 20.03. 2014

O artigo trata dos desafios que os cursos a distância apresentam para professores e para alunos.Tendo como objetivo identificar as competências necessárias ao docente de Ensino aDistância (EaD) no processo de ensino e aprendizagem, pois um dos requisitos e o de saber utilizar as tecnologias, pois o professor que pretenda desempenhar um papel diferenciado na docência on-line, precisa adquirir e desenvolver determinados saberes, ou seja, um conjunto específico de competências.
O estudo foi realizado através de uma pesquisa descritiva tendo sido entrevistados 18 professores/tutores de cursos de pós-graduação lato sensu oferecidos na modalidade a distância de uma universidade do Sul do Brasil. A pesquisa demonstrou que o ensino adistância possui alguns aspectos semelhantes ao ensino presencial. Os resultados apontaram que, para desempenhar um papel diferenciado na docência on-line, é necessário que o professor adquira e desenvolva um conjunto particular de habilidades e competências. Os resultados demonstraram a interação que o professor deve ter com os alunos, a qual elimina o papel autoritário do professor. As habilidades técnicas consideradas essenciais foram: a capacidade de usar e-mail eficazmente, a utilização on-line de fóruns ou quadros de avisos.
Considero que este artigo trouxe informações relevantes, e que devem ser revistas quanto a formação específica de cada tutor/professor. Portanto, as tecnologias aliadas as suas várias linguagens e a vontade de transformação, mudança e melhoria da prática pedagógica docente tanto daqueles que fazem a formação inicial, como daqueles que exercitam a docência na educação básica,
contribuem significativamente para o real exercício da práxis.

SALES, M.V.S.; As Tecnologias, o ensino e a formação do(a) professor(a) de Geografia: Novas linguagens na transformação da prática. 10º Encontro Nacional de Prática de Ensino de Geografia – Porto Alegre – 2009 – disponível em: http://www.agb.org.br/XENPEG/artigos/GT/GT5/tc5%20(29).pd,f acedido em 21.03.2014

Este artigo propõe uma reflexão a respeito dos processos formativos do professor de geografia e o uso das diversas linguagens advindas das TIC nas práticas de ensino desse profissional, explicitando o desenvolvimento de uma formação inicial objetivando discutir sobre a importância do uso das diversas linguagens tecnológicas para melhoria da prática docente do professor de geografia, ampliar as perspectivas de uso das TIC nos processos de ensino e aprendizagem e uma reflexão sobre o papel do professor dentro da universidade. A alfabetização tecnológica do professor Envolve o domínio contínuo e crescente das tecnologias que estão na escola e na sociedade, mediante o relacionamento crítico com elas. Este domínio se traduz em uma percepção global do papel das tecnologias na organização do mundo atual e na capacidade do professor de lidar com as diversas tecnologias, interpretando sua linguagem e criando novas formas de expressão, além de distinguir como, quando e por que são importantes e devem ser utilizadas no processo educativo.
O professor tem o papel de facilitador da aprendizagem dos alunos. Sua função não é ensinar, mas, sim, auxiliar o aluno a aprender, deixando de ser meramente o transmissor do conhecimento e passando a atuar como elemento incentivador de descobertas e auxiliar no processo de aprendizagem do aluno.